#To2015 Medalha cerimónia de entrega / Medallas: Luz Catadupa (64 kg) Oro / Ouro: Arthur Biyarslanov (pode). Plata / Prata: Yasnier Toledo (filhote). Bronze: Joedison de Jesus (BRA) e Luis Martin Arcon Diaz (ven).
sexta-feira, 24 de julho de 2015
Resultados / resultados #to2015 rondo 64 kg Arthur Biyarslanov (pode) derrotas / derrota um yasnier Toledo (filhote) 2-1. Biyarslanov Medalla de oro / medalha de ouro.
Resultados / resultados #to2015 rondo 64 kg Arthur Biyarslanov (pode) derrotas / derrota um yasnier Toledo (filhote) 2-1. Biyarslanov Medalla de oro / medalha de ouro.
BOXE DO BRASIL REPENSAR AGORA VAMOS SER UMA FRACASSO EM 2016!
NÃO SEI! QUANDO VAMOS FAZER A COISA CERTA ? BOXE TEM COMEÇA NA ESCOLA .
CHEGA SER HUMILHANTE PRA BOXE DO BRASIL UM EVENTO QUE CUBA E BRASIL SÃO DOS MAORES COADJUVANTES , SÓ QUE BRASIL NÃO FEZ O DEVER DE CASA.
DO VELHO MUNDO ESTAVA PRESENTE SÓ JUÍZES E MESMO ASSIM O BRASIL FOI MAL!
SEM INVESTIMENTO,CENTRO DE TREINAMENTO, OS TÉCNICO TRABALHANDO MUITO SEM GANHAR NADA! FICA UMA PERGUNTA COMO QUE BOXE DO BRASIL VAI SER MELHOR ?? QUEM PREPARA OS ATLETAS FICA SEMPRE DE MÃO VAZIA!
BOXE TEM ESTA NA ESCOLA DEIXA DE SER CHAMADO DE TÉCNICO E VIRA PROFESSOR OU EDUCADOR ESPORTIVO.
TER UMA PADRÃO DE ENSINO SEJA DO AMAPÁ AO RIO GRANDE DO SUL . TEM TER UMA SÓ FORMA DE APLICAR O BOXE. PRA EM 2020 ESTA COM UMA EQUIPE DE QUALIDADE.
OUTRA COISA TEM QUE AVALIAR A EQUIPE TÉCNICA CBBOXE . NÃO SABEMOS QUAL E A SITUAÇÃO DOS OUTROS TÉCNICO ,! SEI QUE NÃO CONVOCA OS TALENTOS DO BRASIL, COMO VAMOS CHEGAR PRÓXIMO DE CUBA ,QUANDO OS CADETE ESTA FORA DA SELEÇÃO?
COB faz balanço positivo e destaca renovação da delegação no Pan!Por Gabriel Fricke, Raphael Andriolo e Thiago Lavinas Direto de Toronto, Canadá
Entidade faz balanço positivo com disputas ainda rolando em Toronto, relembra meta de ficar em 3º e usa "juventude" para justificar alguns desempenhos abaixo do previsto
O assunto do momento era a acusação de assédio sexual envolvendo o jogador Thye, da seleção brasileira de polo aquático, divulgado pela polícia de Toronto nesta sexta-feira. Presentes na coletiva oficial marcada na véspera para falar sobre o desempenho do Brasil nos Jogos Pan-Americanos, Carlos Arthur Nuzman (presidente do COB), Marcus Vinicius Freire (diretor executivo) e Bernard Rajzman (chefe de missão no Pan) foram questionados sobre o assunto, mas tentaram focar no balanço da participação brasileira no Pan. E se mostraram satisfeitos com os resultados até agora.
Segundo os números apresentados pelo Comitê Olímpico do Brasil, dos 590 atletas da delegação, 40% subiram ao pódio. Algumas conquistas previstas não aconteceram, mas a entidade usou a “juventude” dos atletas para justificar algumas decepções. Segundo o COB, 50% têm entre 15 e 25 anos e 75% estão no Pan pela primeira vez. Por isso, para os membros da entidade, a competição canadense se destaca pela renovação para o Brasil.
- Não ficamos abaixo do esperado. Nossa meta é ficar no top 3. Estamos nesse momento e daqui a dois dias vamos ver como vai terminar. Além disso, estamos vendo uma distribuição maior de medalhas entre mais países. E nós trouxemos uma delegação mista. Grande parte dos nossos atletas estão competindo no Pan pela primeira vez. Visto o que aconteceu, sabendo com quem estaríamos competindo, estamos dentro dessa meta no momento – disse Marcus Vinicius Freire
As competições só terminam no domingo, mas por conta de uma viagem para uma sessão internacional do Comitê Olímpico em Kuala Lumpur, na Malásia, o COB decidiu antecipar o balanço. O Brasil começou a sexta-feira com 121 medalhas (34 ouros, 34 pratas e 53 bronzes) e está em terceiro no quadro de medalhas, ameaçado ainda por Cuba, que vai disputar dez medalhas de ouro no boxe.
A entidade máxima do esporte brasileiro quer “corrigir pontos de atenção”, principalmente de olho nas Olimpíadas do Rio de Janeiro, em 2016. E, para isso, usarão como base o que tem sido feito em esportes vitoriosos como o judô, que teve 13 medalhas em 14 disputa (Fot
- É o carro-chefe, tem feito um trabalho espetacular, e a confederação é importante em diversos pontos. É uma das confederações na qual baseamos nosso resultado para daqui a um ano. As outras, que merecem pontos de atenção, vamos levar para o Brasil e nos reunir para tentar melhorar. Na maioria das vezes, são delegações muito jovens. O que pesou foi a juventude do nosso time – acrescentou Marcus Vinicius.
Além de terminar na terceira colocação no quadro de medalhas, o COB tinha como meta igualar Guadalajara 2011, com 141 medalhas (48 ouros, 35 pratas e 58 bronzes). A possibilidade ainda existe nas disputas que estão acontecem na competição canadense, mas é complicado.
- Meta tem que ser difícil, mas factível. A meta traçada foi alcançar as medalhas, apesar de termos uma delegação com 75% dos atletas vindo pela primeira vez e o único país que não veio se classificar para o ano que vem, com exceção do hóquei sobre grama (que garantiu a vaga no Rio 2016). Vamos esperar ainda acontecer o número final do domingo, mas, até o momento, estamos muito satisfeitos com Toronto – falou o diretor executivo do COB.
O fraco rendimento do atletismo no Pan entrou em pauta. A modalidade tem caído de rendimento nos últimos anos nas principais competições internacionais apesar de estar recebendo mais investimentos. Em Toronto, se encontra em sexto lugar no quadro de medalhas da com 10 pódios (um ouro, cinco pratas e quatro bronzes) levando em consideração o número de ouros. O país está em terceiro contando apenas o número de medalhas.
- Estamos em um momento de transição da estratégia no atletismo, com um diretor técnico novo, alguns treinadores contratados há mais de um ou dois anos. Os investimentos têm surtido efeitos e não é uma competição que vai nos fazer mudar os planos. É o esporte que mais dá medalha em Jogos Olímpicos e no Pan. São importantes para nosso resultado. Vamos voltar ao Brasil e conversar para alinhar o que será feitoO COB citou diversas modalidades que se destacaram, como judô e canoagem, tanto no slalom quanto velocidade, puxada pelos dois ouros e uma prata de Isaquias Queiroz; conquistas importantes, como Thiago Pereira, que chegou a 23 medalhas no Pan, e Arthur Zanetti, na ginástica, que levou o ouro inédito no torneio; e feitos relevantes, como a vaga olímpica do hóquei sobre grama, entre muitos outros. Contudo, atentou para as diferenças entre Pan e Olimpíadas.
Thiago Pereira exibe as medalhas conquistadas em Toronto (Foto: Satiro Sodré/SSPress)
- Você não pode se enganar com os Jogos Pan-Americanos. Teremos países da Europa e da África, que não competem em todas, mas ganham medalhas em alguns esportes. Nossa preocupação é não sair achando que vão sair 121 medalhas no ano que vem – completou Marcus Vinicius.
O COB comentou também a questão da logística, lembrando que foi um desafio pelo fato de o Pan de Toronto ter instalações esportivas spalhadas por toda a província de Ontario, falou sobre valores, pontuando que toda a operação custou R$ 10 milhões, verba proveniente da Lei Agnelo/Piva, e destacou estruturas de apoio como a Universidade de York, onde ficou o atletismo e o tênis, por exemplo. Para ajudar no transporte, o país teve 15 veículos além dos oficiais da organização e o ônibus oficial do Time Brasil.
Além disso, a entidade exaltou a Central de Gestão Operacional, um sistema que possibilita contatar mais de 160 pessoas da equipe para ajudar na resolução de problemas e que será evoluído para utilização nas Olimpíadas do Rio de Janeiro. O COB ainda destacou o Espaço Time Brasil, que serviu para receber familiares e amigos de atletas sem atrapalhar a privacidade da Vila dos Atletas.

vixe! como vai ser no jogos olímpico do rio em 2016?
Dirigentes brasileiros haviam indicado um desejo de superar o número de medalhas de Guadalajara, algo que agora ficou bem difícil. Na hora de resumir a campanha, o discurso foi alterado.Carlos Arthur Nuzman e Marcus Vinícius Freire se explicam em Toronto.Faltam ainda dois dias para o fim dos Jogos Pan-Americanos de Toronto, mas o COB (Comitê Olímpico do Brasil) resolveu antecipar para esta sexta-feira o balanço da participação do país no evento, que segue abaixo da meta estabelecida. O motivo do encontro precoce com a imprensa, segundo a entidade, foi a viagem do presidente Carlos Arthur Nuzman a uma reunião do COI (Comitê Olímpico Internacional) a Kuala Lumpur, na Malásia.
A pouco mais de um ano para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o COB havia projetado para este Pan um aumento no número de pódios em relação aos 141 de Guadalajara-2011. Mas até o início da tarde desta sexta o Brasil havia conquistado 121 medalhas, sendo 34 de ouro, 14 a menos do que há quatro anos. Ou seja, o país precisaria ser avassalador nesta reta final para pelo menos igualar os números.
Questionado sobre o possível não cumprimento da meta, Marcus Vinícius Freire, superintendente do COB, preferiu dizer que a projeção do Brasil para o Pan de Toronto era outra. "Não concordo com a afirmação. Não ficamos abaixo, nossa meta é o top 3 do quadro de medalhas e neste momento estamos nela. As medalhas também se diluíram mais entre os países", justificou. "Metas têm de ser traçadas, têm de ser difíceis, mas factíveis. Não pode ser simples. Seja qual for o resultado final, vamos ter a tranquilidade de dizer que fizemos o melhor trabalho e demos a melhor condição possível para os atletas. A meta é difícil, mas factível. Quando não alcançada, é só sentar e explicar os motivos", completou.
Fonte> IG. PAN 2015.A pouco mais de um ano para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o COB havia projetado para este Pan um aumento no número de pódios em relação aos 141 de Guadalajara-2011. Mas até o início da tarde desta sexta o Brasil havia conquistado 121 medalhas, sendo 34 de ouro, 14 a menos do que há quatro anos. Ou seja, o país precisaria ser avassalador nesta reta final para pelo menos igualar os números.Questionado sobre o possível não cumprimento da meta, Marcus Vinícius Freire, superintendente do COB, preferiu dizer que a projeção do Brasil para o Pan de Toronto era outra. "Não concordo com a afirmação. Não ficamos abaixo, nossa meta é o top 3 do quadro de medalhas e neste momento estamos nela. As medalhas também se diluíram mais entre os países", justificou. "Metas têm de ser traçadas, têm de ser difíceis, mas factíveis. Não pode ser simples. Seja qual for o resultado final, vamos ter a tranquilidade de dizer que fizemos o melhor trabalho e demos a melhor condição possível para os atletas. A meta é difícil, mas factível. Quando não alcançada, é só sentar e explicar os motivos", completou.Fonte> IG. PAN 2015.
A pouco mais de um ano para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o COB havia projetado para este Pan um aumento no número de pódios em relação aos 141 de Guadalajara-2011. Mas até o início da tarde desta sexta o Brasil havia conquistado 121 medalhas, sendo 34 de ouro, 14 a menos do que há quatro anos. Ou seja, o país precisaria ser avassalador nesta reta final para pelo menos igualar os números.Questionado sobre o possível não cumprimento da meta, Marcus Vinícius Freire, superintendente do COB, preferiu dizer que a projeção do Brasil para o Pan de Toronto era outra. "Não concordo com a afirmação. Não ficamos abaixo, nossa meta é o top 3 do quadro de medalhas e neste momento estamos nela. As medalhas também se diluíram mais entre os países", justificou. "Metas têm de ser traçadas, têm de ser difíceis, mas factíveis. Não pode ser simples. Seja qual for o resultado final, vamos ter a tranquilidade de dizer que fizemos o melhor trabalho e demos a melhor condição possível para os atletas. A meta é difícil, mas factível. Quando não alcançada, é só sentar e explicar os motivos", completou.Fonte> IG. PAN 2015.A pouco mais de um ano para os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o COB havia projetado para este Pan um aumento no número de pódios em relação aos 141 de Guadalajara-2011. Mas até o início da tarde desta sexta o Brasil havia conquistado 121 medalhas, sendo 34 de ouro, 14 a menos do que há quatro anos. Ou seja, o país precisaria ser avassalador nesta reta final para pelo menos igualar os números.Questionado sobre o possível não cumprimento da meta, Marcus Vinícius Freire, superintendente do COB, preferiu dizer que a projeção do Brasil para o Pan de Toronto era outra. "Não concordo com a afirmação. Não ficamos abaixo, nossa meta é o top 3 do quadro de medalhas e neste momento estamos nela. As medalhas também se diluíram mais entre os países", justificou. "Metas têm de ser traçadas, têm de ser difíceis, mas factíveis. Não pode ser simples. Seja qual for o resultado final, vamos ter a tranquilidade de dizer que fizemos o melhor trabalho e demos a melhor condição possível para os atletas. A meta é difícil, mas factível. Quando não alcançada, é só sentar e explicar os motivos", completou.Fonte> IG. PAN 2015.
quarta-feira, 22 de julho de 2015
Boxe garante mais uma medalha nos Jogos Pan-Americanos de Toronto! fonte cbboxe
O Boxe do Brasil garantiu Mais uma medalha nsa Jogos Pan-Americanos de Toronto. Joedison de Jesus (64kg) parágrafo Passou como semifinais da Competição apos vencer POR 3: 0 o mexicano Raul Garcia, garantindo No Mínimo Uma medalha de Bronze.
Joedison (foto) Luta Nesta quarta-feira Por uma vaga na final, mas de ele terá Uma parada dura Pela frente. O nosso "Chocolate", Como also E conhecido, vai encarar o Experiente cubano Yasnier Toledo.
A Nossa Outra oportunidade de Chegar nenhum lugar Mais alto do pódio com ESTÁ Rafael Lima (+ 91 kg), Que vai Lutar Por uma vaga na finais da categoria de dos superpesados nd Próxima quinta-feira contra Edgar Muñoz, da Venezuela.
Infelizmente Michel Borges (81 kg) NÃO superou o Seu adversario Albert Ramirez, that o venceu POR 3: 0. Roberto Custódio (69 kg) also tentou, mas Acabou vencido cabelo also venezuelano Gabriel Maestre POR 3: 0.
Foto: AMBC
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