Agora e sua vez, vamos realizar segunda copa estudantil de boxe open, 14 de abril
Todos alunos da rede municipal e estadual
ensino.
quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018
Associação de pugilismo união de lauro de Freitas
Esta disponibilizando 50 vagas para o projeto lutar para vencer.
Manhã :no ginásio do centro de lauro de Freitas das 7 as 10 horas
Segunda,quarta e sexta.
Tarde: escola Eurides santana(SESI)
Das 17 as 19 horas
Segunda,quarta e sexta
Itinga
Vida nova
Portão
Areia branca
Capim arara
Lauro de Freitas
Caji
Venha fazer parte desta equipe
Idade 10 a 17 anos
"Obs" Necessario comprova que esta devidamente matriculado na rede publica ensino.
Esta disponibilizando 50 vagas para o projeto lutar para vencer.
Manhã :no ginásio do centro de lauro de Freitas das 7 as 10 horas
Segunda,quarta e sexta.
Tarde: escola Eurides santana(SESI)
Das 17 as 19 horas
Segunda,quarta e sexta
Itinga
Vida nova
Portão
Areia branca
Capim arara
Lauro de Freitas
Caji
Venha fazer parte desta equipe
Idade 10 a 17 anos
"Obs" Necessario comprova que esta devidamente matriculado na rede publica ensino.
DEU no grupo da polemica RAFAEL ZUMBANO ESTA RETADO COM OS CURSO PRA TECNICO DE BOXE QUE TEM NO MERCADO!
Na MINHA opinião, é uma VERGONHA um cara SEM vivência no BOXE, um cara q NUNCA teve nenhuma conquista como treinador/atleta de BOXE amador/profissional , como uma pessoa assim, formará novos instrutores de BOXE??
Como o CNB, uma respeitada entidade de BOXE no Brasil, dá apoio e homologa um curso deste? Sendo q no Brasil, temos Paco Garcia, Gabriel de Oliveira, Ivan “Pitu” de Oliveira e outros, temos o “Tony” treinador da campeã mundial WBO Rose Volante, pq homologar o curso de uma pessoa SEM resultados expressivos no BOXE?
INFELIZMENTE, tem mais curso de BOXE no Brasil, q vestibular, vestibular tem 1-2 vezes por ano, cursos como estes tem mais de 4, depois falam q as pessoas q comandam o BOXE brasileiro, só pensam no $$$, aí ficam bravos e reclamam, qual a necessidade de se ter tanto curso assim? Pq não escolhem pessoas mais qualificadas para ministrarem cursos? O CNB faz curso de árbitro/jurado, quem ministra o curso é o Sr. Antonio Bernardo Soares, ao meu ver, O MELHOR árbitro e jurado q já teve no Brasil, pq não fazer o mesmo com o curso de formação de instrutores? Outra coisa, para se fazer um concurso público por exemplo, a pessoa tem q ter no mínimo um certo grau de escolaridade, pra fazer um vestibular, a pessoa tem q ser formada no segundo grau, pq para fazer um curso de instrutor de BOXE, NÃO tem exigência alguma?
Já treinei algumas vezes com o Ricardo Leite, eu NUNCA falei q ele não sabe das coisas, mas na minha opinião, ele NÃO é a pessoa mais indicada para formar novos instrutores de BOXE, existem pessoas muito mais qualificadas.
Sem um bom instrutor/treinador, como teremos bons atletas????
Como o CNB, uma respeitada entidade de BOXE no Brasil, dá apoio e homologa um curso deste? Sendo q no Brasil, temos Paco Garcia, Gabriel de Oliveira, Ivan “Pitu” de Oliveira e outros, temos o “Tony” treinador da campeã mundial WBO Rose Volante, pq homologar o curso de uma pessoa SEM resultados expressivos no BOXE?
INFELIZMENTE, tem mais curso de BOXE no Brasil, q vestibular, vestibular tem 1-2 vezes por ano, cursos como estes tem mais de 4, depois falam q as pessoas q comandam o BOXE brasileiro, só pensam no $$$, aí ficam bravos e reclamam, qual a necessidade de se ter tanto curso assim? Pq não escolhem pessoas mais qualificadas para ministrarem cursos? O CNB faz curso de árbitro/jurado, quem ministra o curso é o Sr. Antonio Bernardo Soares, ao meu ver, O MELHOR árbitro e jurado q já teve no Brasil, pq não fazer o mesmo com o curso de formação de instrutores? Outra coisa, para se fazer um concurso público por exemplo, a pessoa tem q ter no mínimo um certo grau de escolaridade, pra fazer um vestibular, a pessoa tem q ser formada no segundo grau, pq para fazer um curso de instrutor de BOXE, NÃO tem exigência alguma?
Já treinei algumas vezes com o Ricardo Leite, eu NUNCA falei q ele não sabe das coisas, mas na minha opinião, ele NÃO é a pessoa mais indicada para formar novos instrutores de BOXE, existem pessoas muito mais qualificadas.
Sem um bom instrutor/treinador, como teremos bons atletas????
terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
BOXE-BAHIA AVISA! PRAZO ATE SEGUNDA FEIRA
Atenção senhores tecnico chefe de equipe
Precisamos que os atletas esteja devidamentes regularizado na federação.
"Anuidade e documentação".
segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018
DEU NO FACEBOOK DE LUIZ CARLOS DOREA ! L
Meus amigos, sem dúvida hoje é um dia que sempre me leva a uma data inesquecível para a minha história de vida, de atleta e de um apaixonado pela nobre arte, o boxe: 26 de fevereiro de 1988.
Tinha 21 anos de idade, era um meio-médio-ligeiro com um cartel capaz de ter vencer a luta confirmada pelo Conselho Mundial de Boxe, dentro ou fora da Bahia, o Título Mundial Jr. da WBC. Mas, após a confirmação da luta no memorável “Balbininho”, o Ginásio que virou o nosso templo do boxe, com todo respeito às outras modalidades esportivas, minha alegria foi atingida por uma lesão no treinamento, capaz de eliminar não apenas aquela minha luta pelo título, mas acabar com a minha carreira no boxe, minha grande paixão esportiva, além da minha trajetória como profissional.
Professor Gilberto, meu eterno técnico e entusiasta, sofria com a possibilidade não ver nosso sonho realizado. Como a grande maioria dos atletas do boxe, vivíamos a superação eterna de todos os dias, o treinamento diário. O pior, neste meu caso, não seria o treinamento, seria a quase milagrosa recuperação da contusão grave do meu bíceps. Lembro que a minha inspiração na época e meu ídolo no boxe, Dilton Uchoa, era uma das razões para buscar duas soluções “milagrosas”: curar a minha grave lesão e deixar meu braço apto para disputar o título tão sonhado.
E a minha fé em Deus me fez encontrar um jovem ortopedista chamado Dr. Otto Alencar, hoje Senador da República, que praticamente reconstituiu a minha capacidade física para a disputa mais importante da minha carreira como boxeador profissional.
Parece que tudo aconteceu exatamente hoje: entrei no ringue absolutamente confiante e preparado para lutar os 12 rounds mais difíceis da minha vida, diante do maior público que o “Balbininho” viu até o dia que foi demolido. Tony Jones, meu adversário, queria levar o título para a sua terra, a Austrália, mas apesar do combate exaustivo, o título conquistado ficou para a minha querida Bahia, para o nosso Brasil. Quem esteve no Ginásio soube que a capacidade era para 7.000 pessoas e que os portões tiveram que ser abertos porque outros 3.000 torcedores queriam ver a minha vitória. E viram.
Emocionado ainda hoje, 30 anos depois daquele título, aposentado como profissional do boxe, abracei o boxe como o projeto social da minha vida, ajudando a transformar a vida de milhares de jovens e adultos. Sou alguém abençoado porque pude contribuir com o meu trabalho para conquistas olímpicas e profissionais no boxe como poucos no meu país, sem deixar de ressaltar a importância deste modesto trabalho técnico no MMA, nas conquistas de grandes campeões da Bahia e do Brasil.
É extremamente gratificante verificar quantos destes jovens mudaram suas vidas através do boxe e quantos deles continuam produzindo verdadeiros “campeões da vida”, todos os dias.
Hoje, 30 anos depois de conquistar meu título mundial junior, emocionado com as mensagens que venho recebendo de tantos amigos e irmãos da grande família que é o boxe, preciso agradecer a Deus, a minha Família e a cada um de vocês que me dão motivos de sobra para continuar este honroso trabalho.
Muito o obrigado! Somos, todos, a Vitória do Esporte. #boxe #bahia #brasil 🥊❤️🙏🏽
Tinha 21 anos de idade, era um meio-médio-ligeiro com um cartel capaz de ter vencer a luta confirmada pelo Conselho Mundial de Boxe, dentro ou fora da Bahia, o Título Mundial Jr. da WBC. Mas, após a confirmação da luta no memorável “Balbininho”, o Ginásio que virou o nosso templo do boxe, com todo respeito às outras modalidades esportivas, minha alegria foi atingida por uma lesão no treinamento, capaz de eliminar não apenas aquela minha luta pelo título, mas acabar com a minha carreira no boxe, minha grande paixão esportiva, além da minha trajetória como profissional.
Professor Gilberto, meu eterno técnico e entusiasta, sofria com a possibilidade não ver nosso sonho realizado. Como a grande maioria dos atletas do boxe, vivíamos a superação eterna de todos os dias, o treinamento diário. O pior, neste meu caso, não seria o treinamento, seria a quase milagrosa recuperação da contusão grave do meu bíceps. Lembro que a minha inspiração na época e meu ídolo no boxe, Dilton Uchoa, era uma das razões para buscar duas soluções “milagrosas”: curar a minha grave lesão e deixar meu braço apto para disputar o título tão sonhado.
E a minha fé em Deus me fez encontrar um jovem ortopedista chamado Dr. Otto Alencar, hoje Senador da República, que praticamente reconstituiu a minha capacidade física para a disputa mais importante da minha carreira como boxeador profissional.
Parece que tudo aconteceu exatamente hoje: entrei no ringue absolutamente confiante e preparado para lutar os 12 rounds mais difíceis da minha vida, diante do maior público que o “Balbininho” viu até o dia que foi demolido. Tony Jones, meu adversário, queria levar o título para a sua terra, a Austrália, mas apesar do combate exaustivo, o título conquistado ficou para a minha querida Bahia, para o nosso Brasil. Quem esteve no Ginásio soube que a capacidade era para 7.000 pessoas e que os portões tiveram que ser abertos porque outros 3.000 torcedores queriam ver a minha vitória. E viram.
Emocionado ainda hoje, 30 anos depois daquele título, aposentado como profissional do boxe, abracei o boxe como o projeto social da minha vida, ajudando a transformar a vida de milhares de jovens e adultos. Sou alguém abençoado porque pude contribuir com o meu trabalho para conquistas olímpicas e profissionais no boxe como poucos no meu país, sem deixar de ressaltar a importância deste modesto trabalho técnico no MMA, nas conquistas de grandes campeões da Bahia e do Brasil.
É extremamente gratificante verificar quantos destes jovens mudaram suas vidas através do boxe e quantos deles continuam produzindo verdadeiros “campeões da vida”, todos os dias.
Hoje, 30 anos depois de conquistar meu título mundial junior, emocionado com as mensagens que venho recebendo de tantos amigos e irmãos da grande família que é o boxe, preciso agradecer a Deus, a minha Família e a cada um de vocês que me dão motivos de sobra para continuar este honroso trabalho.
Muito o obrigado! Somos, todos, a Vitória do Esporte. #boxe #bahia #brasil 🥊❤️🙏🏽
domingo, 25 de fevereiro de 2018
Dois pódios no torneio mais disputado e tradicional da Europa! Deu no site cbboxe
O Boxe do Brasil encerrou a sua participação no torneio mais tradicional e competitivo da Europa com duas maravilhosas medalhas. Dois dos nossos atletas mostraram que o Brasil continua impondo respeito às potências do Boxe mundial.
Na final feminina da categoria leve (60kg), Beatriz Ferreira encarou uma luta difícil, onde a finlandesa Mira Potkonen se utilizou de sua larga experiência para manter a tranquilidade e neutralizar as investidas de Bia, que buscou o tempo todo acertar os seus melhores golpes. Ao final da luta, a finlandesa teve o seu braço erguido após o resultado de 4:1 ao seu favor. Com isso, Beatriz conquistou uma importantíssima medalha de Prata.
Essa foi a primeira vez que Beatriz realizou quatro lutas seguidas em uma mesma competição. No 69º Strandja Tournament, ela enfrentou uma experiente atleta, que além de medalhista olímpica, já subiu no pódio do campeonato europeu. Foi um grande resultado para uma atleta que está dando os seus primeiros passos entre as maiores potências do Boxe mundial.
Com apenas 26 lutas no currículo, Beatriz Ferreira conquistou medalhas em todas as competições internacionais em que participou. Somente em 2017 foram três Ouros e um Bronze conquistados fora do Brasil.
Com uma excepcional campanha, Abner Teixeira (91kg) conquistou uma honrosa medalha de Bronze na Bulgária. Ele enfrentou grandes adversários, com direito a silenciar a arquibancada ao vencer um atleta da casa e receber aplausos como forma de reconhecimento da torcida rival após sua vitória.
Foi uma experiência valiosa para todos os nossos atletas, principalmente para as nossas representantes do Boxe feminino, já que neste ano teremos o Campeonato mundial de Boxe Feminino que será realizado em novembro, na Índia.
A CBBoxe dá os parabéns a toda a equipe brasileira que esteve na Bulgária se empenhando ao máximo para representar as cores da nossa bandeira. A garra dos nossos atletas é a nossa principal motivação em continuar trabalhando a favor do Boxe do Brasil.
O Strandja Tournament existe há quase 70 anos e já revelou grandes campeões. Nada menos que 259 atletas de 32 países lutaram pela chance de conquistar o Ouro na Bulgária.
Equipe que viajou para a Bulgária:
69º Strandja Tournament
51kg Graziele Sousa
60kg Beatriz Ferreira
60kg Wanderson Oliveira
64kg Luiz Fernando da Silva
69kg Arisson Tavares
75kg Hebert Conceição
81kg Cleverton Lucas
91kg Abner Teixeira
Treinadores: Mateus Alves e Wellington Lisboa (Técnico convidado do RJ)
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