Há cinco anos, em março de 2011, o jovem boxeador gaúcho Tairone Silva foi
covardemente assassinado por um Policial Militar em sua cidade natal, Osório, no Rio Grande do Sul.
Negro, pobre e jovem (17 anos), Tairone virou estatística. É mais um preto-pobre-jovem vítima de morte violenta e prematura.
A impunidade de seu assassino, o PM Alexandre Abe, reforça a estatística. Um policial dar um tiro em um negro/pobre inocente não é crime no Brasil. Pelo menos não há punição e Alexandre segue em liberdade.
O assassinato de Tairone brecou uma carreira promissora, já que o jovem acabava de sagra-se campeão brasileiro e fora convocado para a seleção nacional.
Os motivos do crime? Racismo, inveja, preconceito, pois este PM não suportou ver um "pretinho favelado" viajar para o exterior representando o Brasil, não suportou ver um "pé-rapado" ser o nome mais falado da cidade.
Sua mãe chora pelo luto.
Seus amigos choram pela perca.
Seu treinador chora pelo talento perdido.
O esporte chora pela promessa interrompida.
O Brasil chora pelas suas injustiças.
Não te esqueceremos Tairone!
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